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21/03/2011 | Publicidade online amplia vendas pela internet

Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%. É o que mostra a Pesquisa de Mapeamento da Internet, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Entre as empresas que utilizam publicidade online e têm operações de comércio eletrônico, cerca de metade consegue mais de 10% do seu faturamento na internet; outros 16% têm de 10% a 30% do seu movimento de vendas na internet e, para 18% delas, as vendas online representam 30% a 50%. Foram pesquisadas 500 companhias da cidade de São Paulo, a maioria microempresas (376) e de médio porte (95). O levantamento aponta que aproximadamente 30% delas, principalmente nos segmentos de indústria e atacado, vendem ou compram pela internet. Porcentagem semelhante faz algum tipo de divulgação ou propaganda online. Segundo a superintendente da ACSP, Sandra Turchi, embora alguns empreendedores ainda sejam descrentes em relação à internet, esta situação tem mudado de forma significativa. "Os micro e pequenos empresários vem buscando aumentar seu conhecimento nos últimos três anos, seja para divulgar o canal online ou a loja offline", afirma. Com várias restrições, a publicidade online dentro do ambiente de pequenas e médias empresas, na maioria das situações, é feita internamente, como no exemplo das empresas de serviços (74%) e comércio varejista (80%). Apenas 6% a 7% têm suas ações executadas por agências de publicidade. Os meios mais utilizados para o estabelecimento desta comunicação são os sites de busca, os banners eletrônicos e o e-mail marketing. O processo de monitoramento destas iniciativas segue a mesma linha: 53% das 91 empresas que declaram acompanhar os resultados o fazem internamente e 21% recebem relatórios da agência. O problema nos casos de monitoramento interno, segundo Sandra, é a dificuldade de se avaliar os resultados de maneira integral. "Provavelmente eles vão conseguir medir só uma parte. O que as empresas precisam é ter informações sobre as novas ferramentas", defende. Marcos Bonfim Fonte: M&M Online
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