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06/09/2016 | Morar sozinho ou dividir um apartamento: entenda o que é melhor para você!

Saiba quais fatores você deverá enfrentar ao morar sozinho ou dividir uma moradia com outras pessoas, para se decidir sobre a melhor escolha.

Morar sozinho ou dividir um apartamento: entenda o que é melhor para você!

 

Enfim, chegou a hora de fazer as malas e sair de casa. Este é um momento importante na vida de qualquer pessoa, pois traz experiências únicas, principalmente considerando que junto com a liberdade também estão as responsabilidades de cuidar da própria rotina e das despesas. Então, eis que surge a dúvida: morar sozinho ou dividir um apartamento com alguém?

Para ajudar a você se decidir, vamos levantar os prós e os contras das duas possibilidades.

Morar sozinho

Antes de tudo, é preciso saber se você gosta da solidão, dos momentos exclusivos com os próprios pensamentos e com as suas vontades. Se a resposta é sim, morar sozinho é uma ótima opção, que dará a você a oportunidade de usufruir integralmente do espaço que você escolher viver, o que acontecerá sem que haja a interferência de outras pessoas.

Assim, se você for uma pessoa organizada e metódica, tudo permanecerá de acordo com o que você considera ideal. Já se você for menos exigente com os critérios de organização, não terá que conviver com as cobranças de outras pessoas, como o controle remoto estar sempre no mesmo lugar ou as toalhas sempre penduradas no banheiro, por exemplo.

Além disso, a solidão traz outros bônus para quem gosta dela.

Móveis, decoração e eletrodomésticos

Imagine poder comprar os móveis que deseja, decorar tudo à sua maneira, sem ter que atender à vontade de ninguém? Ou aquela cozinha exatamente como você gostaria que fosse? Isso é, com certeza, algo muito prazeroso. Porém, como ocorre com grande parte das pessoas que resolvem morar sozinhas, é possível que você tenha que começar apenas com alguns poucos móveis e com o básico na cozinha.

Por outro lado, mesmo se você possui o dinheiro necessário para arcar com a montagem do apartamento, morando sozinho essa possibilidade significa que você será a única pessoa que terá que pagar por tudo, o que representará um gasto significativo. Porém, isso também significa que tudo será seu, sem a necessidade de divisões ou de negociações.

Então, avalie bem as suas condições financeiras e o que é mais vantajoso, considerando os aspectos a seguir.

Despesas com o apartamento

Além do aluguel, lembre-se que você terá que pagar pelo condomínio, que pode ou não incluir a água, pagando também pelo gás, telefone e pela luz. A menos que você seja um “faz tudo”, eventualmente existirão aquelas despesas com reparos, substituição de lâmpadas e muitas outras que, por menores que sejam, representarão um peso no seu orçamento.

Despesas com alimentação

Morar sozinho significa que você terá inteira liberdade para pedir a pizza que desejar, mas também quer dizer que você terá que pagar sozinho por ela. Essa realidade se estenderá por todas as compras do mês, que terá total liberdade para escolhê-las, mas que também serão bancadas exclusivamente por você.

Dividir um apartamento

Se você é de uma família grande, com apego àquelas reuniões movimentadas, onde todo mundo se diverte, é bastante possível que se sinta muito mais à vontade dividindo um apartamento com alguém do que morando sozinho. Talvez, assim, você sinta menos a mudança na rotina e se adapte melhor à vida de independência.

Porém, essa escolha também representará que você terá que se adaptar às outras pessoas com quem estiver morando, que podem ter hábitos muito diferentes dos seus. Da mesma forma, você encontrará facilidades para administrar o orçamento, mas terá que respeitar decisões coletivas.

Mesmo que você escolha morar com apenas mais uma pessoa, terá que negociar com ela sobre todas as decisões, que precisarão ser tomadas de comum acordo.

Espírito democrático

Não é por acaso que as moradias compartilhadas por várias pessoas que não têm vínculo familiar são denominadas repúblicas. Afinal, no sistema republicano tudo é gerenciado tendo em vista o interesse da coletividade. Ou seja, a opinião da maioria deve prevalecer sobre o interesse individual, se ele for destoante do que a maior parte das pessoas deseja.

Isso significa que se você for voto vencido na hora de pedir a pizza terá que se contentar com o sabor que as outras pessoas escolherem. No máximo, se for morar com apenas mais uma pessoa, é possível que tenha pedir uma pizza de dois sabores. Mas, isso significa também que terá que pagar menos pelo jantar.

Nível de privacidade

Mesmo que você tenha uma suíte para seu uso exclusivo, de um modo ou de outro terá que compartilhar outros espaços do apartamento, como a sala, a área de serviço e a cozinha. Se você não estiver na suíte, inclua nesse rol o banheiro, lugar onde a privacidade é sempre necessária.

Dessa forma, você terá que ter um nível de tolerância não só para participar da intimidade das pessoas com quem você for morar junto, como também para que elas também participem da sua intimidade em certo nível.

Prioridades

Existem aquelas despesas do apartamento que devem vir em primeiro lugar, como o aluguel, condomínio e contas a pagar. Por outro lado, gastos que visam o conforto dos moradores podem ser divididos – como, por exemplo, um aquecedor melhor, um ar-condicionado ou uma geladeira nova. Nessas horas é preciso ter em mente que as prioridades de uns podem não ser as prioridades de outros.

Portanto, aquele aspecto democrático que vimos acima terá que ser colocado em prática novamente, o que significa que se você for de novo voto vencido terá que concordar com as prioridades dos demais. Caso contrário, se você fizer parte da maioria, terá a vantagem de poder atender a uma desejo ou a uma necessidade pessoal gastando muito menos por isso, uma vez que a conta será compartilhada por todos.

Qual a melhor escolha?

Antes de escolher entre morar sozinho e dividir um apartamento, você terá que levar em consideração o tanto que você é capaz de acatar aquele espírito democrático, o quanto de afinidade tem para desfrutar da solidão ou da companhia de outras pessoas e, é claro, qual a sua capacidade para arcar com as despesas que a vida livre implica.

Naturalmente, o último aspecto, muitas vezes, é determinante. Caberá a você avaliar o quanto a disponibilidade de dinheiro terá influência sobre a sua decisão.

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