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12/07/2016 | Consumidor acredita que preços de imóveis devem cair no 2º semestre

Com as mudanças nos cenários político e econômico do Brasil nos últimos 12 meses, o VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, realizou uma pesquisa para entender quais as expectativas dos consumidores para o segundo semestre de 2016.

A pesquisa mostrou que 56% dos entrevistados apostam que os preços dos imóveis devem diminuir e 31% acredita que eles devem ficar estáveis até o fim do ano. Quanto à flexibilidade de negociação, 59% responderam que o corretor e a imobiliária ficarão mais flexíveis na hora da negociação e 23% esperam que este quesito não tenha nenhuma alteração no segundo semestre.

"O Brasil passou por várias mudanças no último ano e a confiança do consumidor não mudou. Se compararmos as respostas desta pesquisa com a realizada para o segundo semestre de 2015, podemos notar que são muito similares. O resultado apenas reflete que os consumidores continuam inseguros", comenta Lucas Vargas, CEO do VivaReal.

De acordo com o levantamento, 69% dos respondentes esperam que as unidades para venda ou locação aumentem neste período; 23% que fique estável e 6% que reduza. Já em relação ao número de pessoas interessadas em comprar ou alugar, 44% dos entrevistados acreditam que a procura irá cair, 31% que ficará estável e 20% que irá aumentar.

Os consumidores responderam ainda questões sobre a influência das mudanças no governo federal no mercado imobiliário, incentivos ao financiamento habitacional e políticas públicas voltadas para moradia. Cerca de 37% dos entrevistados acreditam que o mercado imobiliário deve piorar, 30% que ficará estável e 25% que deve haver uma melhora no mercado no segundo semestre.

Para a maioria das pessoas ouvidas pelo VivaReal, as políticas públicas voltadas para moradia devem diminuir (41%), outros 32% afirmaram que haverá estabilidade e 20% ainda acredita em melhorias. As opiniões sobre os incentivos ao financiamento imobiliário ficaram divididas: 37% responderam que esperam uma diminuição nos incentivos, 30% que eles irão permanecer estáveis e 27% que serão ampliados.

 

Fonte: Redação – Agência IN

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