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22/10/2014 | Saiba escolher o piso correto para cada ambiente

Além de design e estética, é preciso considerar a funcionalidade como item principal na hora de decidir o revestimentoDivulgaçãoOs porcelanatos caíram no gosto dos usuários. Na foto, linha Concretissyma, da Portobello

Cada ambiente do imóvel combina com um determinado revestimento e é preciso considerar esta questão na hora de definir os pisos. São diversos tipos, cores e tamanhos existentes no mercado e, por isso, a decisão pode ser mais complicada do que parece.

“A primeira coisa que deve ser levada em consideração nesta escolha é o lugar onde será aplicado, suas características e o design do piso. Cada pessoa é única e seus espaços devem também ser exclusivos e personalizados. Após essa primeira etapa, devem ser consideradas questões mais técnicas, como procedência, especificações de uso, garantia e durabilidade”, detalha a arquiteta Andrya Kohlmann.

Cristiane Sita, arquiteta da Praquemarido, explica que não se deve considerar apenas estética, mas também funcionalidade. Pisos de madeira, por exemplo, não devem ser colocados em áreas molhadas, a menos que passem por um tratamento adequado, trabalho que tem um custo elevado. Área aquecida, piso quente?Cristiane diz que nas áreas íntimas e sociais do imóvel, normalmente, as pessoas costumam usar pisos quentes, já que são mais aconchegantes e permitem maior conforto ao circular descalço. Porém, pisos frios também podem ser utilizados. As cerâmicas são mais fáceis de limpar e, naqueles períodos de muito calor, ajudam a refrescar o local.

Laminado: boa opção para quem quer economizar. Além de ser mais barato, é fácil de limpar e dura por muito tempo. Alguns modelos ainda possuem sistema de encaixe, que permite uma instalação rápida e sem sujeira.

Carpete: opção antiderrapante, que amortece possíveis quedas e não faz ruídos. Por outro lado, é um material que pode causar alergias. Consulte se o piso escolhido possui componentes antialérgicos antes de finalizar a compra.

Taco: um piso versátil e duradouro, porém, com custo elevado e maior tempo de instalação. Além disso, se ficar em contato frequente com o sol e água, pode se deteriorar.

Vinílicos: o revestimento pode simular outros materiais, como madeira ou pedra. É prático na instalação e, caso o morador queira mudá-lo de local, pode ser descolado facilmente. Tem alta resistência ao tráfego intenso de pessoas, absorve ruídos e normalmente não mancha ou risca com facilidade. Áreas molhadasCozinha, banheiro e lavanderia são áreas ideais para os pisos frios, como porcelanato, granito, cerâmicas e pastilhas. Esses tipos de revestimento podem receber grande quantidade de água sem serem danificados.

Porcelanato: é um exemplo que fica bem em qualquer ambiente, além de ser altamente resistente e de fácil manutenção. Tem sido a opção mais vendida no mercado entre os tipos de pisos frios.

Pedras: granito e o mármore também são muito usados em cozinhas e banheiros. Ambos podem ser encontrados em diversas cores, compondo diferentes projetos de decoração, porém são peças que tem um alto custo, especialmente o mármore. É preciso ficar atento, no momento da compra de granitos, à porosidade do material. Alguns não conseguem absorver a água rapidamente, ficando constantemente com a aparência de manchados.

Pastilhas: podem ser constituídas de vidro ou cerâmica e são muito usadas em banheiros e áreas externas, como piscinas. A desvantagem das pastilhas é que precisam de muito rejunte, o que resulta em acúmulo de sujeira.

“Muitos clientes desejam aplicar a pastilha de vidro em parede e piso de boxes para fins decorativos. Entretanto, essa opção não é viável, pois é um acabamento extremamente escorregadio, que não deve ser aplicado no piso”, sinaliza Andrya Kohlmann.TendênciasNívea Jung, consultora técnica da Portobello Moinhos, e a arquiteta Andrya Kohlmann contam as tendências recentes em piso:

- Porcelanatos/mosaicos que imitam ladrilhos hidráulicos. Em função da vasta procura, atualmente essa tendência vem sofrendo algumas transformações. As estampas mais clássicas (que imitam o ladrilho português), estão sendo apresentadas em tonalidades mais neutras. Além disso, foram acrescentadas estampas diferentes que brincam com padrões mais geométricos.

- Porcelanatos que imitam os padrões dos papéis de parede. Rendas e adamascados têm aparecido em peças com grande textura em três dimensões. Neste caso, é importante que seja levado em consideração a manutenção desses revestimentos. Por terem grandes diferenças de níveis em suas texturas, são mais difíceis de limpar e, por isso, devem ser evitados em área com muito uso, como cozinhas e espaços gourmet.

- Em relação a tamanho, tem-se a falsa impressão de que grandes formatos não devem ser utilizados em ambientes menores. Essa ideia, entretanto, vem mudando, pois as peças grandes diminuem a quantidade de rejunte e acabam aumentando a sensação de espaço.

- Porcelanatos naturais foscos e sem brilho, os porcelanatos cimentícios são mais simples, mas podem completar ambientes.

- Como aposta para o futuro, porcelanatos “retroilumináveis” não devem demorar a aparecer no mercado. Segundo Andrya, esse sistema já existe em mármores e granitos e, em um futuro breve, será encontrado também em porcelanatos para paredes e pisos.estar-gourmetPorcelanato esmaltado da linha Ampla Design, da Portobelloestar-gourmetPorcelanato esmaltado da linha Brasília, da PortobelloFonte: PENSE IMÓVEIS ZH

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