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05/02/2014 | Um terço dos imóveis vendidos é pago à vista

De acordo com o Creci, do total das unidades comercializadas no mesmo período, 35,76% foram compradas por meio de pagamento únicoApesar do crédito farto no mercado imobiliário e da contínua alta dos preços dos imóveis em 2013, muitos compradores ainda optam pelo pagamento à vista na hora de adquirir a casa própria no Estado de São Paulo.Segundo a última pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), as transações à vista representaram cerca de um terço das vendas realizadas em setembro.De acordo com o levantamento, do total das unidades comercializadas no mesmo período, 35,76% foram compradas por meio de pagamento único.A maioria das vendas dos imóveis em São Paulo, no entanto, foi feita com financiamento bancário: 57,28%. As transações financiadas diretamente pelos proprietários somaram 6,01%, enquanto a participação dos consórcios foi de apenas 0,95%."Os bancos estão disputando clientes e têm especial interesse em fidelizá-los, que é exatamente o que o financiamento imobiliário faz", avaliou José Augusto Viana Neto, presidente do conselho, via nota.Entre janeiro e setembro último, os financiamentos imobiliários somaram R$ 79,3 bilhões, quase o mesmo que os R$ 82,8 bilhões financiados em todo o ano de 2012, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário). O saldo acumulado este ano até setembro é 35% maior que o do mesmo período do ano passado.A pesquisa apurou ainda que os imóveis mais vendidos no Estado em setembro foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 57,91% do total de contratos. No detalhamento por faixas de preços, a liderança ficou com aqueles com preços médios de metro quadrado entre R$ 2.001 e R$ 3 mil – eles somaram 32,9%.As 1.339 imobiliárias pesquisadas pelo Creci venderam em setembro 50,63% em apartamentos e 49,32% em casas. As maiores altas foram registradas no Interior (8,6%) e em algumas cidades que compõem a Grande São Paulo (Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco), com aumento de 29,6%.Fonte: Revista Zap Imóveis
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