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05/12/2012 | Portabilidade de financiamento imobiliário – saiba como funciona

Escolher um banco para financiar uma casa ou apartamento não é mais um caminho sem volta. Embora muitas pessoas desconheçam, é possível realizar a portabilidade de financiamento imobiliário de um banco que cobra taxa de juros maior para outro mais vantajoso.
Para realizar a portabilidade, o economista José Pereira Gonçalves, especialista em mercado imobiliário, explica que o detentor do financiamento (mutuário) se dirige à instituição financeira que pretende transferir a operação para obter as informações necessárias para a transferência.
 
"Depois ele vai à instituição onde realizou o financiamento e comunica que pretende realizar a transferência, solicitando que essa instituição indique quais procedimentos devem ser adotados", orienta Gonçalves.
O economista descreve que existe o custo de formalização da operação no Registro Geral de Imóveis (RGI), cujos valores devem ser obtidos junto ao RGI da jurisdição do imóvel. "Para saber sobre os outros custos do procedimento, o mutuário deve buscar informações nas duas instituições envolvidas: a detentora da operação atual e aquela para onde pretende transferir o financiamento", afirma.
 
De acordo com o especialista é necessário fazer um novo registro do imóvel, pois quando é feita a compra do mesmo é obrigatório formalizar a operação do RGI. "Além disso, quando a transação envolve um financiamento, esta também é registrada na matricula do imóvel com a indicação do nome da instituição que concedeu o financiamento."
 
Aliás, como a portabilidade implica mudança de instituição financiadora, José informa que a nova situação da operação também deve ser formalizada junto ao RGI, para a exclusão da instituição anterior e inclusão da nova à qual estará vinculado o financiamento. "Faça uma avaliação criteriosa para verificar se é oportuno ou não fazer a portabilidade", diz ele.
 
E se está pensando em realizar a transação, leve em consideração os custos relacionados, além do valor da portabilidade. "Os principais são a taxa de juros da operação e os prêmios de seguro obrigatórios (DFI – para cobrir danos ao imóvel e MIP – para cobrir imprevistos relacionados à morte ou invalidez permanente que, porventura, venham a ocorrer com o financiado)", finaliza José Pereira Gonçalves.Fonte: REDIMOB
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