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08/11/2010 | Selo de eficiência energética do Inmetro chegará aos edifícios residenciais

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, esse tipo de construção (residencial) responde por 22,1% de toda a energia consumida no País.

O coordenador ainda explicou que o mesmo programa já existe há mais de um ano nos prédios comerciais, públicos e de serviços, envolvendo cerca de 30 edifícios, dos quais 14 apresentam projetos etiquetados.

Com essas regras, o Inmetro espera agitar o mercado imobiliário, ao passo que um comprador, ao pesquisar as qualidades de um imóvel, poderá levar em consideração o consumo eficiente de energia.

Segundo Borges, o programa de eficiência alinhará o Brasil aos principais países da Europa, além de Estados Unidos e Austrália, que já adotam esse procedimento há muitos anos.

Após a adoção do selo de eficiência energética, a economia de energia nos edifícios registrados pode variar entre 30% e 50%, projeta o coordenador. Nos edifícios comerciais, por exemplo, existe uma estimativa de que o custo da avaliação de eficiência energética de um projeto varie de R$ 15 mil a R$ 20 mil.

O regulamento final do Inmetro sobre a questão será publicado até dezembro. Feito isso, as construtoras já poderão elaborar projetos e fazer adequações de acordo com as regras.

Em um primeiro momento, a etiquetagem será voluntária. No entanto, aponta Borges, alguns dos 30 programas do PBE começaram como voluntários e terminaram obrigatórios, em função da demanda da própria sociedade.

Fonte: Imovelweb

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