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15/12/2011 | Crédito para imóveis deve crescer 45%

Quem pensa em comprar, construir ou reformar imóvel terá à disposição R$ 160 bilhões em crédito no ano que vem.A estimativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) é 45,4% superior à projeção inicial da entidade para fechar 2011, de R$ 110 bilhões. Os números consideram recursos oriundos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
 A expectativa da CBIC é que mais de 70% desses recursos disponíveis serão direcionados para imóveis novos. Segundo a entidade, a crise internacional não afetará a estimativa positiva do mercado, já que não há sinais de crise bancária no Brasil.

Até outubro, já foram financiados R$ 65 bilhões com recursos da poupança, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (ABECIP). Já os financiamentos que utilizaram dinheiro depositado no FGTS totalizavam R$ 27,2 bilhões até novembro. Juntos, os recursos somam R$ 92,2 bilhões e podem ultrapassar a previsão inicial da CBIC para 2011.

Enquanto o financiamento imobiliário corresponde a 5% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, outros países, como Chile e Espanha, registram uma relação crédito/PIB de dois dígitos.
 
No entanto, os recursos da poupança e do FGTS para os financiamentos são limitados, o que dificulta uma expansão ainda maior do crédito imobiliário. Esse problema já é discutido pelo setor, que busca encontrar outros recursos para futuros financiamentos. A previsão para o crédito é uma tendência natural do setor. Mas temos um sinal amarelo em relação ao cenário externo e não sabemos qual será seu verdadeiro impacto, que pode influenciar o mercado de trabalho e, consequentemente, o setor imobiliário

Em relação aos preços dos imóveis, os valores já bateram no teto. Haverá uma estabilização dos preços, segundo os estudos. 

Em relação aos juros para a compra da casa própria, a expectativa é que eles não sofram grandes variações em 2012 e devem se manter estáveis no curto prazo. O consumidor deve procurar entre os bancos a melhor taxa. Um cliente antigo com bom histórico pode conseguir uma boa negociação. A Caixa Econômica Federal por exemplo, estima emprestar, só em 2012, cerca de R$ 100 bilhões.

Fonte: CLIPIMOBILIÁRIO
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