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13/12/2011 | PIB da construção civil brasileira deve crescer 4,8% em 2011

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil brasileira deverá crescer cerca de 4,8% em 2011 e 5,2% em 2012, segundo estimativas divulgadas pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Sergio Watanabe.Para a entidade, o indicador que mais sustenta essa expectativa é o do nível de emprego formal da construção brasileira, que cresceu 9,2% no período de janeiro a setembro, quando comparado ao mesmo período de 2010. Em setembro, o setor empregava 3,1 milhões de trabalhadores – segundo o sindicato, de janeiro a setembro 298,5 mil trabalhadores ingressaram no setor.O SindusCon-SP afirma ainda que até novembro, o consumo de cimento no ano acumulava crescimento de 7,8%.

PIB da construção civil brasileira

Revisão

O sindicato realizou uma mudança de índice com a recente divulgação do PIB de 2009. “Trabalhávamos com a previsão de que a construção havia crescido 1% naquele ano, quando na verdade o setor cresceu 8,3%. Com isso, revimos nossa expectativa para os anos seguintes. Agora estimamos que a construção tenha crescido 15,2% em 2010, e em 2011 deverá crescer 4,8% sobre essa base aumentada”, disse o vice-presidente de economia do sindicato, Eduardo Zaidan.

Watanabe e Zaidan enfatizaram que a previsão para 2012 deverá se concretizar “desde que o governo continue tomando medidas econômicas para assegurar o crescimento do PIB.

Crédito

A entidade acredita que o crédito para habitação e infraestrutura também deverá continuar se expandindo em 2012.

2012

Os empresários da construção demonstram uma visão moderadamente positiva e confiante em relação ao desempenho de suas empresas e as perspectivas para 2012.

Os empresários atribuem a cada quesito uma pontuação que vai de zero a 100, na qual valores acima de 50 denotam desempenho ou perspectiva favorável. A exceção é no quesito das dificuldades financeiras, no qual valores acima de 50 apontam perspectiva ou desempenho não favorável.

A percepção do desempenho presente das empresas manteve-se favorável em 53,6 pontos (queda de 2,2% em relação à sondagem de agosto). As perspectivas de desempenho continuaram otimistas (56 pontos, queda de 1,9%). As dificuldades financeiras se mantiveram estáveis (54 pontos, oscilação de 0,1%).

Fonte: REDIMOB

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