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09/11/2011 | Construção atinge 8,1% do PIB nacional

Durante o ano de 2010, a cadeia produtiva da construção civil no Brasil passou a representar 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Em valores absolutos, o total gerado pela cadeia produtiva foi de R$ 297,6 bilhões. Entre 2009 e 2010, o valor adicionado do respectivo segmento cresceu 15,3% acima do Índice Nacional de Custos da Construção (INCC).

Os dados, revelados por meio de estudo divulgado ontem pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), refletem o aquecimento da economia brasileira e seus impactos em todo o país.

Conforme o levantamento, no segmento de máquinas e equipamentos a recuperação foi mais expressiva, superando 100% em termos reais, refletindo os investimentos das construtoras. No mesmo intervalo, em termos nominais, o PIB da construção civil registrou expansão de 22,3%. Essa expansão foi cerca de 15% superior ao INCC.

Vendas

No ano passado, as vendas de materiais de construção cresceram 8,2% acima do INCC, somando R$ 105,4 bilhões. No varejo, conforme o estudo da FGV, as vendas aumentaram 13,7%, atingindo o montante de R$ 55,2 bilhões.

Carga tributária

Ainda conforme o estudo em parceria com a FGV, devido às medidas de desoneração voltadas ao setor, entre 2009 e 2010, a carga tributária incidente sobre a cadeia da construção caiu de 23,5% para 21% do PIB.

Em termos reais, a arrecadação cresceu mais de 16% acima do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) no ano passado. O valor somou R$ 62,5 bilhões em 2010, 22,5% acima de 2009. Para o presidente da Abramat, Walter Cover, a alta confirma a capacidade do setor de sustentar a geração de receitas para o Estado devido ao aumento da produção e do nível de emprego.

Remuneração extra alivia despesas com reforma

Com apenas dois meses para acabar o ano, muita gente já faz planos para a renda extra proveniente do 13º salário. Presentes de Natal, quitação de financiamentos e contas e novos projetos estão entre os primeiros objetivos da lista. Alguns aguardavam ansiosos pelo dinheiro do final do ano para fazer a tão sonhada reforma na casa ou apartamento. "Outros fatores que estimulam as reformas são os recessos entre o Natal e o Ano Novo e o clima quente que facilita a realização das obras", afirma Samuel Freitas, diretor comercial e de locações da Primar Administradora de Bens.

Para evitar que a reforma seja um processo sem fim, os proprietários devem elencar as prioridades e anotar no papel as áreas que mais precisam de retoques. "Mesmo que o orçamento esteja um pouco mais folgado ou haja uma reserva feita especialmente para a reforma não é recomendado fazer tudo de uma só vez. Normalmente os moradores do imóvel continuam morando no local e convivem com a obra diariamente, o que inviabiliza esta opção. Sem contar que podem haver imprevistos que comprometem as finanças".

Um cômodo por vez

Fazendo um cômodo de cada vez, por exemplo, fica mais fácil administrar a bagunça, os materiais utilizados e o serviço executado pelos pedreiros e auxiliares. "A contratação de mão de obra deve ser feita pessoalmente e o proprietário tem que deixar bem claro todas as mudanças necessárias. Para não haver confusões peça para que o orçamento seja feito por escrito e se o acordo for fechado é fundamental um contrato que assegure os direitos e deveres de ambos os lados. O valor acertado deve constar no documento", recomenda. O ideal é que o preço seja cobrado por serviço feito e não por dias trabalhados. Desta forma é mais garantido que a obra saia no prazo correto e não há surpresas na hora de pagar os profissionais.Fonte: InfoImóveis

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